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ainda na dicussão do tabagismo :
Justiça dos EUA aceita processo contra cigarros "light"
Leia a matéria no link
http://tecnocientista.info/noticia_detalhe.asp?cod=2791
Parar de fumar pode deixar de ser um enorme sacrifício para muitas pessoas dentro de alguns anos. Cientistas norte-americanos desenvolveram a NicVax. O medicamento estimula a produção de anticorpos especiais contra a nicotina que atuam como esponjas, impedindo a substância presente na fumaça de entrar no cérebro e liberar o neurotransmissor dopamina (leia o quadro abaixo). Por isso, a droga reduz gradualmente as sensações prazerosas de satisfação do vício da nicotina. A vacina foi projetada para prevenir uma possível recaída do paciente imunizado: ainda que ele volte a fumar meses após ter abandonado o cigarro, não experimentará a euforia provocada pelo fumo. Os anticorpos produzidos por uma única dose de NicVax duram um mês. Os testes se focarão em seqüências de 4 ou 5 doses, a fim de estender a resposta do anticorpo por muitos meses. "Com pouca ou nenhuma nicotina atingindo o cérebro, fumar será menos gratificante. Isso dá ao fumante uma chance para mudar fatores sociais e comportamentais que influenciam o vício", disse Victor Reus, autor da pesquisa, ao jornal The New York Times.
Porta-voz da Nabi Biopharmaceuticals - empresa responsável pela droga , Thomas Rathjen acrescentou que os resultados do estudo serão disponibilizados em 2007. No entanto, serão necessários 2 anos para o produto chegar ao mercado.
Conheça e discuta as técnicas atuais para ajudar alguém a parar de fumar no dia 30/09. Leia mais no post abaixo
http://www.comvisa.bvs.br/tiki-read_article.php?articleId=783
Um pílula ainda em processo de testes, mas já apelidada de ‘polipílula’, por conter três drogas diferentes - aspirina, estatinas e inibidores de ACE -, foi apresentada ontem aos participantes do Congresso Mundial de Cardiologia, que se realiza em Barcelona, na Espanha, como sendo capaz de salvar milhões de vidas, principalmente nos países em desenvolvimento. Sua função será impedir ataques do coração, derrames e outros problemas cardiovasculares.
Discursando na sessão de abertura do encontro internacional, o presidente da comissão consultiva científica da Federação Mundial de Cardiologia, Sidney Smith, recordou que cerca de 17,5 milhões de pessoas morrem anualmente de doenças do coração e que cerca de 80% dos casos de ataques cardíacos ocorrem em países de renda mais baixa ou média. Com o advento da nova pílula, aguardado para dentro de no máximo dois anos, o número de mortes poderá cair substancialmente, garantiu o médico norte-americano.
Fonte: Estado de Minas, 05/09/06
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