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Esta semana, proponho uima mudança de foco...vamos falar não só de adultos, vamos refletir um pouco sobre a promoção de saúde das crianças e o papel do aulto nessse processo. Na verdade, acho que a materia abaixo, mostra como atitudes simple prazerosas, podem ser interessantes para as duas turmas..
Nessa época de férias das crianças, com pais muitas vezes com tempo mais disponível para o lazer, uma boa opção é contar histórias. O hábito de contar histórias é fundamental para o desenvolvimento emocional e a aquisição de conhecimento da criança acerca do mundo e de sua própria cultura. Uma fábula infantil contém conceitos éticos, políticos, filosóficos e religiosos, que ajudam as crianças a lidar com a realidade de forma divertida, desenvolvendo sua própria fantasia.Durante uma sessão de contos, os laços afetivos são reforçados e a criança sente os pais como parte de sua realidade e percebe que os adultos são capazes de sentir e pensar como ela. Dedicar-se à prática de contar ou ler histórias duas ou mais vezes por semana pode fazer parte da rotina dos pais.A história é uma forma de comunicação que ensina, por meio de seus mitos e heróis, como encarar a vida e os dilemas humanos e repassa os princípios morais e as boas atitudes a serem seguidas pelas mais diferentes culturas.
Com esta experiência, a criança descobre que a leitura é um instrumento interessante que lhe permite acessar um mundo mágico, onde vivem príncipes, princesas, monstros e seres espaciais.
A leitura pode ser uma atividade prazerosa e intensificar o gosto pelo livro, que por toda a vida trará desenvolvimento intelectual e emocional para quem lê. O adulto que conta história cria a oportunidade para a criança sonhar acordada e consolida laços afetivos entre ambos.
Cyberdiet Data de publicação: 22/01/2007 Coluna assinada por:Flávia Leão Fernandes http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/070122_psy_historias.htm
Continuo a reflexão do mês de janeiro sobre os vários domínios envolvidos em nossa saúde. Muitos costumam pensar sobre fatores de risco biológicos (bacterias, vírus) e/ou quimicos e fisicos.Mas será que o status pode alterar que alteram noaa qualidade de vida
Ganhar um prêmio Nobel aumenta a expectativa de vida. Foi o que revelou nesta terça-feira (16) um estudo sobre o impacto da posição social no bem-estar e na longevidade das pessoas.
A pesquisa, elaborada por acadêmicos da Universidade de Warwick (centro da Inglaterra), comprovou que um grupo de cientistas que ganhou o Nobel viveu quase 1,5 ano a mais que outros colegas que apenas tinham sido indicados. "O status funciona como uma espécie de magia que dá saúde", disse o professor Andrew Oswald, um dos autores do estudo.
Você concorda que a posição social ocupada por uma pessoa interfere na sua expectativa de vida?
Férias, viagens, descanso, .....gastos....estresse???Para esta semana, resumo um artigo interessante da infomoney http://www2.uol.com.br/infopessoal/noticias/_ESTILOVIDA_TOP_634982.shtml) Com apenas R$ 10,00 ou até mesmo de graça, é possível fazer programas interessantes, que satisfazem desde o praticante de esportes até o aficcionado por cinema. Esportes :Neste sábado (13), será dada a largada para o Super Férias em Sampa, programa da prefeitura que oferece em 22 clubes da cidade jogos, oficinas e brincadeiras, todos realizados nas piscinas e com supervisão de monitores. As atividades se estendem até 25 de fevereiro e acontecem diariamente, das 8h às 17h. Outra boa pedida para quem quer aliar esportes com recreação, e ainda segurança, é o Parque das Bicicletas (Rua Iraé, 35, Moema). Tem entrada gratuita e funciona todos os dias, das 6h às 22h. Conhecimento: No Planetário do Ibirapuera.para visualizar todo o universo e ainda ter uma lição de astronomia, o visitante paga apenas R$ 5, e se for estudante, maior de 65 anos ou deficiente, tem direito à meia-entrada. Na Exposição Viagem ao Interior da Célula na Estação Ciência (Rua Guaicurus, 1.394, Lapa) um dos principais atrativos é uma instalação, onde é possível visualizar e entender, de forma divertida, todas as estruturas e o funcionamento das células. Para quem deseja participar de cursos variados, o Centro Cultural São Paulo abriu um Festival de Férias, uma série de oficinas abertas, sem necessidade de inscrição prévia, que poderão ser realizados gratuitamente. Entre as atividades oferecidas estão a de pintura coletiva, criação de adereços e bijuterias ou oficina de vestimentas. Cinema: O Centro Cultural também tem uma programação permanente de cinema para quem procura por filmes pouco convencionais ou do circuito alternativo. Todos com ingresso gratuito.
Promotores de saúde, Depois das festas de fim de ano, os bancos de sangue dos hemocentros de todo o País precisam de doações para repor os estoques. Durante as comemorações, o descuido e o exagero no consumo de bebidas alcoólicas aumentam o número de acidentes e a vida de muitas pessoas pode depender desse ato de solidariedade. Pode doar sangue qualquer pessoa entre 18 e 65 anos, com mais de 50 kg, que se sinta bem de saúde e não tenha histórico de doenças infecto-contagiosas. Recomenda-se dormir pelo menos seis horas na noite anterior à doação. A prática não afeta à saúde, não engorda ou emagrece e, em menos de 24 horas, o organismo repõe a quantidade de sangue doada. Neste início de ano novo, doe sangue, doe vida. Procure o hemocentro mais próximo de sua casa. De Brasília, Yuri Achcar
Quem quiser pode conferir o audio dessa matéria (mais uma das vantagens da internet)http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/radio/default.cfm
Para abrir nossas "conversas" do ano, separei um resumo sobre estudo envolvendo participantes da São Silvestre. Com auxílio de alunos da FMUSP, o pesquisador Tedesco aplicou a versão abreviada do questionário WHOQOL, elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para mensuração da qualidade de vida em 947 participantes na edição de 2002. Considerando o tempo gasto para finalizar a prova, a amostra foi dividida em cinco grupos ,o primeiro grupo formado pelos mais velozes e o último pelos mais lentos.
Nos domínios físico, psíquico, social não houve diferenças significativas entre os cinco grupos. Houve diferenças mais acentuadas em relação à qualidade de vida no domínio ambiental, que investigou aspectos relacionados com o meio em que a pessoa vivia e incluiu perguntas sobre segurança, condições financeiras e acesso à informação, a tratamentos médicos e a meios de transporte.
De acordo com a pesquisa, os corredores mais rápidos treinavam 6 vezes por semana e apresentavam a mais baixa escolaridade de todos os grupos. Em contrapartida, além de a maioria ter nível superior completo, os corredores mais lentos não demonstraram nenhum tipo de insatisfação no domínio ambiental.
“Uma das hipóteses levantadas é que os mais velozes entram na prova com finalidade diferente em relação aos mais lentos. Por virem de condição de vida inferior, eles participam exclusivamente para ganhar o prêmio em dinheiro, enquanto os mais lentos correm por lazer e diversão”, disse Tedesco.
O aconselhamento efetivo em promoção da saúde precisa compreender e valorizar estes domínios.